quarta-feira, 26 de setembro de 2012

E ERA APENAS UM SEMÁFORO CAÍDO SEM SOCORRO !



E era apenas um semáforo.
Agora pergunto eu ao Ministério Público, ao Procon, ao Cidoc e quem mais de direito:

- Cabe multa aos órgãos reguladores do trânsito nas cidades de Santos e São Vicente por todos os transtornos causados àqueles que recolhem seus tributos justamente para serem atendidos justa e prontamente 24 horas por dia, 365 dias por ano ?

É só isso que eu deixo em questão, porque é muito fácil ser a lei hoje em dia. Mas e quando nos tornamos reféns dela, o que f

azer ?

Nós vivemos sobre a tutela constante do Estado.
Eles decidem quando nos fornecerem luz e energia, eles decidem quando nos fornecerem água limpa, eles decidem quando podemos sair de casa.
Estamos reféns dessa gente que age impunemente nas cadeiras do legislativo e executivo.
Somos os culpados sim, mas até quando?
Ver gestantes e crianças andando embaixo da chuva hoje "apavorados" para não perderem seus horários no médico ou para não perderem seu emprego foi triste.
E ninguém faz nada.
Abolutamente nada.
Claro, estivesse sol eu não teria passado por esse transtorno, teria ido trabalhar de bicicleta.
Mas EU tenho essa opção. Eu.
Então eu não acho justo ser egoísta ao ponto de virar as costas para tudo o que acontece diariamente e que aflige os mais simples e humildes.
Isso tem que acabar.
Tomei uma multa por passar em frente ao Colégio Objetivo, na Av. Presidente Wilson, em São Vicente, a 42km/h, quando o máximo é 40km/h.
Evidentemente que irei pagar a multa, eu errei.
Mas e todos aqueles carrões dos paizões que estacionam em fila dupla na frente da escola para pegarem seus rebentos rebeldes e mimados, onde sequer é permitido estacionar, e que geram filas intermináveis que se estendem , às vezes, até a divisa de Santos no horário do almoço ?
Quem mexe com essa gente ?
Eu nunca vi um fiscal da SETRANS em frente da escola multando ninguém.
Business World called Planet Earth.
Manda quem pode.
Não gostou? Um dia irá acontecer com você.
Então, amigo, nesse dia, não se permita o direito de se sentir constrangido ou enraivecido com a situação que lhe for imposta.
Porque você também é um refém.
Refém da sua própria omissão e passividade.
É isso.

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